Fenomenologias do começo. Sobre a essência da filosofia em Husserl, Heidegger e Fink

José Fernandes Weber, Giovanni Jan Giubilato
DOI: http://dx.doi.org/10.5281/zenodo.3234859

Enviado:   2019-02-19.   Aceptado:  2019-04-14.  Publicado:  2019-05-30.

Resumen

O artigo tem por objetivo investigar a particular relação que se estabelece entre a temática do início da filosofia (ou do filosofar) – que é de extrema importância para toda a “escola fenomenológica de Freiburg” – e a concepção da essência da filosofia tal como desenvolvida especificamente no pensamento de Martin Heidegger e Eugen Fink. A partir da reinterpretação e radicalização operadas em relação à abordagem estabelecida pela fenomenologia husserliana, mostraremos como a figura de Husserl se impõe tanto como pano de fundo quanto como alvo polêmico das reflexões de Heidegger e Fink. Assim, se o primeiro desenvolve uma concepção da filosofia como práxis radical de um “outro” pensamento, que procede por tentativas e experimentações, o segundo transforma a fenomenologia husserliana no sentido de uma filosofia da liberdade


Palabras clave

Início, Fenomenologia, Husserl, Heidegger, Fink.

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