Partindo das relações entre história e genealogia, o presente artigo dedica-se a uma reflexão sobre a persistência e as transformações do tema da subjetividade na obra de Michel Foucault, em particular sob a perspectiva das relações entre o sujeito, os jogos de verdade e as tecnologias de poder, levando em consideração a importância da crítica de Friedrich Nietzsche para a arqueogenealogia de Michel Foucault.